Uma foto mostrando parte de um auditório onde passa um filme Imax, que basicamente é um auditório onde a tela é muito grande e curva, ficando à frente e sobre os espectadores, de forma a englobar grande parte de seu campo visual.

Mais que um Imax

Uma foto mostrando parte de um auditório onde passa um filme Imax, que basicamente é um auditório onde a tela é muito grande e curva, ficando à frente e sobre os espectadores, de forma a englobar grande parte de seu campo visual.Uma das ferramentas mais fantásticas que dispomos é a nossa mente. Supostamente usamos apenas 10% de sua capacidade. Não importa como chegaram a essa conclusão, de qualquer forma realmente ignoramos a sua real extensão.

Não nos referimos apenas à sua capacidade de processamento de informações, que realmente é gigantesca, e cujo limite raramente foi acessado pela nossa humanidade. A mente vai além. Não é apenas uma máquina de raciocínio, mas uma interface para com o universo material. É como o projetor de cinema, que molda a luz que brilha em seu interior, criando então as imagens que vemos na tela.

E essas projeções são praticamente tudo que percebemos. Vivemos mergulhados num baita dum Imax.

Pelos modelos mais modernos da física, entende-se que tudo é energia, e que tudo com que interagimos no mundo material é uma onda, ou uma partícula, dependendo do observador. E, de qualquer forma, a maior parte do que entendemos como espaço está vazia, sem coisa alguma. No entanto, toda nossa interação com essas energias é processada e intermediada pela nossa mente, de forma que percebemos os objetos como sólidos, líquidos ou gasosos, percebemos as energias através das suas impressões nos nossos sentidos como luz, som etc.

Mais ainda, nossas mentes são mancomunadas umas com as outras, de forma que temos um pacto pré-estabelecido de como interpretar certos tipos de informação e possamos interagir consensualmente entre nós. Geralmente o que é sólido para um o é para todos, por exemplo.

Isto é, até que chegue alguém que prove o contrário.

Claro que podemos falar sobre grandes indivíduos, que andaram sobre as águas, dividiram mares, que tinham que ser amarrados nos pés dos bancos de igreja quando rezavam porque saíam flutuando em êxtase, ou de tantos iogues que enchem nossa mente ocidental de desconfiança, mas que volta e meia passam algumas semanas enterrados e retornam vivos, andam em brasas ou coisas assim. Coisas milagrosas para o senso comum.

No entanto, estamos cercados de milagres, num alargamento coletivo dos limites do que consideramos possível, possível esse que se torna exponencialmente mais maleável ano após ano. Tacitamente aceitamos como real tantas coisas que seriam inimagináveis há pouco mais de cinquenta anos.

Isso tudo por causa do trabalho de um pequeno número de indivíduos, que trabalham literalmente reestruturando o que entendemos por realidade. Podem não ser espiritualistas estereotipados, mas trabalham diretamente ligados aos seus espíritos, suas almas, e perseguem suas visões e inspirações. Obviamente, mudar a realidade é mais fácil quando se trabalha em grupo, e geralmente esses revolucionários chegam à nossa realidade material em bando.

Mais do que isso, esse bando visível tem toda uma equipe, muito mais numerosa, especializada em reformar universos, apoiando-os na fonte da manifestação da realidade, que é o que consideramos como o mundo espiritual.

Não é impressionante que hoje em dia, ao invés de uma simples investigação passiva dos fenômenos naturais, nossos cientistas simplesmente encasquetem com alguma coisa, na crença que aquele problema tem que ter uma solução que simplesmente não foi descoberta, e, de repente, a solução é encontrada muitas vezes por mais de uma equipe no mundo e, muitas vezes, simultaneamente?

Isso não é fruto do acaso, mas sim de um trabalho elaboradíssimo e executado à perfeição nas realidades que não percebemos habitualmente, mas que investem cada vez mais intensamente no nosso despertar. E esse investimento, quer estejamos conscientes ou não de sua existência, acontece através de nós!

Assim, meio como agentes secretos infiltrados, eles vão plantando novas ideias e conceitos na mente coletiva, e vão demolindo paradigmas caducos um a um. Nossas mentes, por outro lado, vão ajustando o que consideram real e possível em resposta ao trabalho deles, ajustando também o acordo coletivo entre as mentes todas.

Individualmente, podemos agir a favor ou contra a mudança, e essa decisão afeta somente a nós, porque, como já foi dito, a reforma geral vai acontecer de qualquer jeito, com ou sem a nossa ajuda.

O filme coletivo, então, que por enquanto nos hipnotiza a ponto de acharmos que ele é a única realidade, deixa de ser mudo, depois fica colorido, logo, logo, estará em 3D; aos poucos passamos até a esperar coisas cada vez mais fantásticas na nossa tela de projeção, até que um dia, surpresa das surpresas, vamos perceber que tudo isso, oras bolas, não passava de um filme!

Daí vamos poder nos levantar das nossas cadeiras e finalmente sair da sala do cinema, e redescobrirmos uma série de outras realidades que havíamos esquecido que estavam ao nosso alcance.

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